Francisco Filho fez sua estreia profissional no K-1 em 20 de julho de 1997, no K-1 Dreams 1997, lutando contra o lendário lutador Andy Hug[2]. Este foi seu segundo encontro, sendo a primeira no 5º Torneio Mundial Kyokushin em 1991 que resultou em uma vitória por nocaute de Filho. A segunda luta foi também ganha por Francisco Filho. Logo se tornou um dos principais concorrentes, em seguida, para o título do K-1 World GP.
Filho, desde então, disputou o título em campeonatos como K-1 e o IKO – Kyokushin Kaikan. Ele não participa de qualquer grande competição desde 2004, mas continua ativa no desenvolvimento de jovens lutadores e na supervisão da equipe nacional de Kyokushin do Brasil.[1].
[editar] Títulos e Realizações
2001 – Finalista do K-1 World GP
2000 – Campeão do K-1 World GP Yokohama
1999 – Campeão do 7º Kyokushin World Tournament Champion
1997 – Campeão do Campeonato Mundial por Categoria de Peso (Pesado)
1995 – 3º lugar do Campeonato Mundial
1995 – Completou o Desafio das 100 lutas
1995 – Campeão do Campeonato Brasileiro Absoluto
1994 – Campeão do Mundialito Absoluto
1994 – Campeão do 7º Campeonato Sul-Americano Absoluto
1993 – Campeão do Campeonato Brasileiro Absoluto
1992 – Campeão do 5º Campeonato Sul-Americano Absoluto
1992 – Campeão do Campeonato Brasileiro Absoluto
1991 – Top 16 no 5º Kyokushin World Tournament Best
1991 – Campeão do Campeonato Uruguaio
1990 – Campeão do Campeonato Paulista Adulto
1990 – Campeão do Campeonato Brasileiro Absoluto
1989 – Campeão do Campeonato Sul-Americano Absoluto
1989 – Campeão do Campeonato Paulista Adulto
1988 – Campeão do Campeonato Paulista Juvenil
1988 – 6° Campeonato Brasileiro Absoluto
1987 – 7º lugar do Campeonato Brasileiro Absoluto
1987 – Campeão do Campeonato Paulista Juvenil
1986 – 2° lugar do Campeonato Paulista Juvenil
1985 – 2° lugar do Campeonato Paulista Infanto Juvenil
Francisco Alves Filho, ou Chiquinho, como ficou conhecido, nasceu no dia 10 de janeiro de 1971, em Souto Soares, Bahia. Começou a treinar Kyokushin aos 11 anos, incentivado (e patrocinado) pelo irmão mais velho. “Era o Hélcio quem pagava a mensalidade da academia”.
Filho confessa que seu objetivo era treinar dois anos e, depois, mudar para outras modalidades. “Queria conhecer um pouco de cada coisa. Mas, durante as aulas, comecei a perceber que o Kyokushin tinha filosofia, respeito, força, técnica, velocidade e disciplina. Então, me perguntei: ‘para quê sair do Kyokushin, se aqui posso aprender tudo?’”.
Campeonatos
Curiosamente, em sua estréia nas competições, aos 12 anos, Filho perdeu na primeira luta, para um faixa azul. “O sensei sempre reclamava, dizendo que faltava alguma coisa. Acredito que isto me ajudou”.
Aos 18 anos, Filho conquistou seu primeiro título internacional no Campeonato Sul-Americano.
Em 1991, ao derrotar o favorito Andy Hug no V Campeonato Mundial, em Tóquio, Filho foi eleito o atleta-revelação. “Essa vitória deu uma repercussão muito grande. Foi demais. Depois disso, em 94, passei pelo exame para 3º dan e venci as 30 lutas, o que impressionou muito”, lembra.
No ano seguinte, durante o VI Mundial, as atenções se voltaram a Filho e às grandes chances de ele se consagrar Campeão do Mundo. Ficou em 3º lugar, para sua grande decepção. “Foram quatro anos de treino rigoroso. Não podia viajar, não tinha feriado… Quando não consegui, falei para mim mesmo: ‘Acabou. Chega. Não quero mais’. Mas, aí você acaba pensando duas vezes antes de desistir. Este é o espírito do Kyokushin”.
A perseverança deu resultado e, em 1999, Francisco Filho deixou sua marca na história do Kyokushin como o único estrangeiro a vencer o Campeonato Mundial.
Cem Lutas
“Fazer as 100 lutas no Japão foi um grande desafio. Trata-se do teste máximo do Kyokushin e quem se dispõe a fazê-lo precisa estar muito bem física e espiritualmente.
No começo do teste, estava ansioso. Assim que completei as 30 primeiras lutas, passei a me sentir mais tranqüilo. Quando passei pelo 60º. Combate, a situação começou a me preocupar novamente, pois eu estava com algumas lesões que dificultavam a aplicação de alguns golpes. Depois de realizadas 80 lutas, me corpo já não respondia de imediato. Comecei a sentir câimbras no peito e nas pernas. Felizmente, consegui controlar a dor e completar as 100 lutas sem nenhum acidente mais grave!”
Vale lembrar que Filho foi o único brasileiro a efetuar com êxito o teste das 100 lutas no Japão e o único no mundo a não precisar ser hospitalizado após o feito. Bateu o recorde de duração (3 horas e 2 minutos) e de número de vitórias (76 vitórias e 24 empates).
K-1
Em abril de 1997, após vencer o Campeonato Mundial por Categoria, Filho foi convidado para participar do K-1. “Minha estréia foi em junho de 97, contra Andy Hug, campeão do torneio de 96. Venci por nocaute logo no 1º. round. Falaram que eu escondia o jogo.”
À primeira vitória, seguiram-se outras várias. Filho venceu os quatro maiores campeões do K-1. Além de Andy Hug, o brasileiro derrotou Peter Aerts, Ernest Hoost e Remy Bonjasky. A rapidez com que nocauteou seus adversários tornou-o mundialmente conhecido pela marca “ichigueki” (um único golpe).
Hoje, como o primeiro Shihan brasileiro, Filho se dedica à formação de novos campeões. Em maio de 2006, inaugurou sua própria academia na cidade de Bragança Paulista (SP). Shihan Filho também é o atual presidente da Confederação Brasileira de Kyokushin.


O seminario de Francisco Filho vai ser no dia 27 de novembro 2011
os inscritos deverão levar material, luva e caneleira, Portões abertos a partir das 09:00hs, portões fechados ás 09:30hs
Local: ACADEPOL ( Academia de Policia Civil ) ao lado do quartel do Bombeiro na Rua tabira, 160, Boa Vista, Recife.
Informação: Cledinaldo Rocha – (81) 88725325
Estarei lá!
Abraço,
Cipó
o melhor do ano